sábado, 22 de fevereiro de 2025

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Para ministra, retirada de invasores na Terra Munduruku representa marco na defesa dos Povos Indígenas

ministra dos Povos Indígenas (MPI), Sônia Guajajara, celebrou os resultados da Operação de Desintrusão da Terra Indígena Munduruku (OD-TIMU), no Pará, realizada por mais de 20 órgãos do governo federal, sob coordenação da Casa Civil. “A preservação da Terra Munduruku é uma prioridade nacional e internacional. O Brasil reafirma o papel na proteção das florestas e dos povos que são os maiores guardiões da biodiversidade”, afirmou a ministra ao comentar o terceiro mês de ações continuas.

Para ela, o trabalho repercute para além dos limites do território, sendo uma posição e um compromisso desta gestão federal, que busca construir soluções duradouras para proteger o meio ambiente e os direitos humanos. E ainda reafirma o compromisso do Brasil com a preservação da Amazônia e dos direitos dos povos originários.

OPERAÇÃO – Iniciada em novembro de 2024, a operação já realizou 419 ações de combate ao garimpo ilegal, destruindo 91 motores, 27 retroescavadeiras, 53 acampamentos e veículos utilizados nas atividades ilegais. O prejuízo financeiro acumulado aos criminosos que praticam o garimpo ilegal na terra indígena ultrapassa R$ 97,5 milhões.

APREENSÕES – Foram apreendidos equipamentos eletrônicos e ferramentas logísticas utilizadas para sustentar as atividades criminosas. A operação enfrenta a migração de garimpeiros para áreas próximas, como a Área de proteção Ambiental Tapajós, e as tentativas de burlar fiscalizações por meio de rotas alternativas e pequenos transportes.

IMPACTOS – Com a ampliação da presença do Estado na região, a OD-TIMU também trouxe impactos para as comunidades locais. “O reforço da presença de agentes federais cria um ambiente de segurança e fortalece o tecido social da região, reduzindo as tensões provocadas por invasores e incentivando a reconstrução das dinâmicas comunitárias”, afirmou o coordenador geral da operação, Nilton Tubino. Ele defendeu que o esforço para retirar ocupantes ilegais de áreas protegidas e impedir a exploração em terras indígenas, como a Munduruku, “é um passo para restaurar a justiça histórica e preservar a Amazônia como patrimônio de toda a humanidade”.

Materia envida pela assessoria de Comunicação do Ministerio dos Povos Indiginas

Redação Gazzeta Paulista
Redação Gazzeta Paulista
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