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Washington / Caracas – Em um dos episódios mais controversos e explosivos da política internacional recente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste sábado (3) a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, após uma série de ataques militares lançados por Washington contra alvos estratégicos em Caracas.
Segundo a declaração do republicano, divulgada em tom triunfal, Maduro e Flores teriam sido detidos, algemados e posteriormente expulsos da Venezuela, sob custódia de forças norte-americanas. As imagens que circulam nas redes sociais — incluindo a que acompanha esta reportagem — mostram Nicolás Maduro escoltado por agentes fortemente armados, em um cenário que remete a operações de alto risco conduzidas por forças especiais dos Estados Unidos.
🔥 O que Trump afirmou
Em pronunciamento, Trump classificou Maduro como “narcoditador”, reiterando acusações históricas de envolvimento do regime venezuelano com o narcotráfico internacional e organizações criminosas. Segundo ele:
“A Venezuela foi libertada de um regime criminoso. Maduro e sua esposa não governam mais. Eles foram retirados do país.”
A Casa Branca não detalhou onde ocorreu a captura, tampouco sob qual base jurídica internacional a operação teria sido realizada.
🌎 Impacto geopolítico imediato
A suposta prisão e expulsão de Maduro representa uma ruptura direta com o direito internacional, segundo analistas, e pode desencadear:
- Crise diplomática global, especialmente na América Latina
- Reação de aliados da Venezuela, como Rússia, China e Irã
- Instabilidade interna venezuelana, com risco de confrontos civis e militares
- Debate na ONU sobre soberania nacional e uso unilateral da força
Até o momento, o governo venezuelano não confirmou oficialmente a versão apresentada por Trump, e canais estatais de Caracas permanecem em silêncio ou com programação reduzida.
📚 Contexto histórico
Desde 2019, os Estados Unidos reconhecem a Venezuela como um “Estado capturado pelo narcotráfico”, impondo sanções econômicas severas e oferecendo recompensas milionárias por informações que levassem à prisão de Maduro. No entanto, nunca antes um presidente norte-americano havia afirmado publicamente a captura física de um chefe de Estado estrangeiro em exercício.
Caso confirmada, a ação entrará para a história como um dos atos mais radicais da política externa dos EUA no século XXI.
⚠️ Cautela e verificação
Especialistas alertam que, diante da gravidade das declarações, a informação precisa ser confirmada por organismos internacionais independentes, como ONU, OEA ou Tribunal Penal Internacional. Até lá, o episódio permanece cercado de incertezas, tensão e risco de escalada global.

































