O ativista político e servidor Maurício Canto dirigiu uma carta aberta de reflexão aos colegas e companheiros do Instituto de Pagamentos do Estado de São Paulo (IPESP), Antonio Carlos e Rubens. No texto, o autor recorre a clássicos da literatura e da cultura nacional para analisar o papel do servidor público e o momento político vivido pelo país no contexto das Eleições 2026.
A mensagem, de tom pessoal e ideológico, utiliza trechos célebres do escritor paraibano Ariano Suassuna e do romancista Machado de Assis para embasar sua leitura sobre o contraste social e institucional no Brasil contemporâneo.
O “Realismo Esperançoso” e a Visão do Serviço Público
Ao saudar os colegas ipespianos, Maurício Canto resgatou o conceito de “realista esperançoso”, popularizado por Ariano Suassuna, para definir sua postura diante dos desafios da administração pública e da sociedade brasileira:
“Não sou nem otimista, nem pessimista. Os otimistas são ingênuos, e os pessimistas amargos. Sou um realista esperançoso. Além disso, sou um homem da esperança. Sei que é para um futuro muito longínquo. Sonho com o dia em que o sol de Deus vai espalhar justiça pelo mundo todo. O otimista é um tolo. O pessimista, um chato. Bom mesmo é ser um realista esperançoso! É com esse realismo esperançoso, com bom humor e com fé no Brasil que sigo”, citou Maurício Canto.
Na sequência de seu texto, Canto estabeleceu um paralelo com a obra de Machado de Assis ao dividir o país entre a estrutura burocrática oficial e a realidade vivida pela maioria da população trabalhadora e periférica.
Dualidade Social e Posicionamento Político
Segundo a manifestação encaminhada aos colegas do órgão estadual, o conhecimento prático da rotina do serviço público permite compreender as assimetrias históricas da sociedade brasileira. O ativista reforçou a necessidade de manter o trabalho técnico aliado à descontração no ambiente funcional e à defesa de transformações sociais.
A mensagem encerra-se com a reafirmação explícita de seu posicionamento político e ideológico no cenário nacional:
“Nós, ipespianos, que conhecemos o serviço público por dentro, sabemos bem a diferença. E é justamente por isso que não podemos perder a esperança de um Brasil diferente, mais justo, mais leve e com mais sorriso no rosto. Vamos em frente, com trabalho, com piada boa no meio do dia e com a certeza de que o sol da justiça há de brilhar. Grande abraço ipespiano, Maurício Canto, ativista político e eleitor do maior estadista da América Latina, Presidente Lula! 2026”, finalizou.
Resumo do Comunicado
- Autor: Maurício Canto (Ativista político e servidor público)
- Destinatários: Antonio Carlos, Rubens e comunidade de servidores do IPESP
- Referências Culturais: Ariano Suassuna e Machado de Assis
- Tema Principal: Valorização do serviço público, esperança social e posicionamento político eleitoral no pleito de 2026
- Instituto de Pagamentos Especiais de São Paulo – IPESP, entidade autárquica instituída nos termos do Decreto nº 10.291, de 10 de junho de 1939, e cujas atribuições foram redefinidas nos termos da Lei nº 14.016, de 12 de abril de 2010.
- Artigo 2º – A Carteira de Previdência dos Advogados de São Paulo – Carteira dos Advogados, declarada em regime de extinção pela Lei nº 13.549, de 26 de maio de 2009, e a Carteira de Previdência das Serventias Notariais e de Registro – Carteira das Serventias, declarada em regime de extinção pela Lei nº 14.016, de 12 de abril de 2010, à vista do disposto no artigo 1º desta lei, serão administradas pela Secretaria da Fazenda, ficando extintos, na data da publicação desta lei, seus respectivos Conselhos.
- Artigo 3º – A conclusão do processo de extinção do IPESP será atestada por declaração em resolução conjunta dos Secretários da Fazenda e de Planejamento e Gestão.
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