quinta-feira, 30 maio, 2024
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Pronuciamento do S .·.G.·.C .·.- G.M.E – Dom Camelo Di Bella 3.´. 33.´. A.´.G.´.D.´.A.´.D.´.U.´. GRAN LOGGIA D’ITALIA

Elect.mi e po.mi.·.G.·.II.·.GG.·.-M.E.- R.S.A.A Pot.mi GG.·.II.·.GG.·.; Ecc.so Gr, Comandante do Subl. Consistório Nacional; Desempenho. Presidente da Superintendência Tribunal Nacional; Emin.mi Gr. Mestres do Subl. Areópago Reg.·.; Sábios Presidentes dos Capítulos Soberanos Rosa -Cruzar.:.; Presidentes dos Colégios de Mestres Eleitos do IX; Pot. Presidentes dos Capítulos dos Mestres Secretos; Poder Eleito. Doente. Respeito a mim e a Cariss. FF.·. de cada Gr.·.Ritual.·.; Veneráveis ​​Mestres das Oficinas Escocesas.

IRMÃOS,

Conforta-nos falar-vos numa hora excepcionalmente grave para a convergência dos problemas e perigos que pesam sobre o país, a certeza de encontrá-los de acordo afirmação e defesa dos nossos princípios seculares, a partir dos quais o espírito é iluminado e sim determina a vontade; concordar sem reservas, mesmo que a complexidade dos elementos políticos e econômico, interno e externo, principal e acessório, mutuamente influenciados, tenho você levou, devido a uma avaliação diferente deles, a opiniões diferentes sobre a conveniência de uma mudança imediata no regime institucional; concordamos sem reservas, uma vez que para além do forma, um é o seu pensamento e o outro é a intenção, no que diz respeito à substância, constituída por

direito do cidadão de pensar e viver livremente, sem que ninguém comprima a sua personalidade, dificulta o seu desenvolvimento moral e ascensão civil.

Para nós, maçons, a obediência às leis da Pátria é lei, então esta é a nossa consciência a unidade pode ser considerada, em meio a tanta desordem, como o único fundamento sólido do edifício social reconstruir. Contudo, é necessário, e é esta a tarefa que a voz do consciência, que se projeta e se estende para fora do Templo, para que o perigo e danos de conflitos desastrosos entre as crianças da mesma terra e trazer ao povo novas virtude com um renovado sentido de solidariedade.

Nossa parceria, um seminário da mais alta nobreza, que se sublima no amor e dedicação ao bem dos outros e, portanto, igualmente aristocrática em estrutura e essência tão democrático nos fins que a tradição dos estatutos lhe atribui, é bem digno deste tarefa; é uma tarefa que se eleva a missão e transforma cada um de vocês em apóstolo quando, como hoje, a razão da maioria, obscurecida ou perdida pela soma de tantas falhas e tantas infortúnios, ele precisa de apoio e orientação para se encontrar e se refrescar, iluminando princípios eternos de moralidade.

Mas se a enunciação dos princípios é fácil, a aplicação deles não é tão fácil, porque em vida associada não há liberdade para cada um sem limitação da liberdade de todos, nem há solidariedade eficiente e duradoura sem aquela justiça económica real, que tanto almeja as expectativas das massas desfavorecidas.

O problema da síntese entre liberdade e autoridade, entre indivíduo e Estado, entre direito e dever social

ainda permanece sem solução na total crueza dos seus termos e domina, dentro e fora das suas fronteiras

da Nação, o laborioso trabalho de uma solução pacífica.

É para este problema que chamamos a sua atenção para que você possa se concentrar nele e resolvê-lo

o significado e o valor e, sobretudo, verificar se o uso da força pode proliferar uma solução ou se esta não deveria antes surgir de um sistema jurídico renovado que, aplicando concretamente a lei natural da convivência e conseguindo assim medir e conter o interesse de cada indivíduo, opondo-se ao de todos, basear-se consenso geral sobre validade e eficácia.

O pensamento sociológico mais esclarecido, consciente das suas graves deficiências, desapareceu nas décadas mais recentes praticando esta análise e esta pesquisa, instigada por necessidade cada vez mais premente de definir os ideais supremos num nível historicamente positivo de liberdade e de justiça.

E é de facto evidente que enquanto falta o trabalho e não há quem o faça o objectivo certeza e possibilidade de usufruir e dispor de todo o seu fruto e são da recorrente história de depressões económicas que levaram as nações a destruir-se através da guerra e das classes empobrecerem-se com a extorsão contínua e mútua de salários e vencimentos mais elevados, por um lado, e preços e impostos mais elevados, por outro, nenhuma estabilidade pode oferecer vida associada, nenhuma liberdade e nenhuma solidariedade podem ser consideradas alcançadas e protegidas, nenhuma certeza pode dissipar as nuvens do futuro e alegrar e adoçar os corações dos homens.

Por isso, parece-nos, Irmãos, que nada pode ser mais digno e mais útil do que investigação sociológica e, em particular, o seu aspecto econômico, formam o objeto do seu trabalho assíduo.

Com a seriedade serena e a tolerância serena típica dos costumes e da educação Maçônico, aborda o antigo problema da harmonia da vida, reexaminando, sem diferença nem ceticismo, todos os dados da cultura e da experiência recente e remota.

No terreno estritamente político não há dissidência: trata-se apenas de alertar mais os meios de comunicação social adequado para garantir as liberdades democráticas e superar a ameaça às pessoas de consciência e de culto que já se forma pelas mãos de um partido fundado na confusão equívoca entre o que cabe ao Estado, como órgão disciplinar das relações civis, e o que lhe compete ao indivíduo, como manifestação inquestionável de seus sentimentos.

No domínio económico, ainda insuficientemente explorado, será mais difícil avançar, enquanto à solução do problema mais grave que nele se coloca, visando averiguar se e até que ponto a liberdade de poupança deve ser estabelecida ou abolida depende o progresso da sociedade humana é definitivo.

Na verdade, esta liberdade de poupar é ao mesmo tempo a premissa e o corolário da liberdade de trabalho, produção e troca constitui a condição de todas as outras liberdades, intuitivamente se perfila como um atributo específico da personalidade individual, então este último de qualquer deficiência seria igualmente prejudicado. A partir disso precisamente surge a dificuldade de conciliar a necessidade natural de preservar intacto e, na verdade, de fortalecer e elevar a individualidade com a necessidade social de evitar que ela vá além limite certo, viola, pela força ou fraude, os direitos de outros.

IRMÃOS:

Que esta aurora de renovação conforte a nossa e a vossa fiel esperança, iluminando com luz serena as mais altas conquistas civis da Pátria e da Humanidade!

Que assim seja!!

S.·. G .·.C .·.- G.M.E – Fr.·. Carmelo Antonino Di Bella 3.·.33.·.

© Propietà Culturale G.L.D.I.- M-U – Edição de Ir.·.Carmelo Antonino Di Bella 3.·.33.·. ;

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S.·.G.·. C.·. - G.·.M.·.E.·. - Irmão.·. Carmelo Antonino Di Bella 3.·.33.·. 🌿

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Fabrice Casu;
Ciro Max Gallo;
Massimo D’Antoni;
Davide Burzillà;
Vincenzo Florio;
Davide Vadala;
Eduardo Smith;
Daniele Venuto;
Giampiero Marchese;
Giovanni Paolo Ribezzi;

 A gravação deste documento é estritamente proibida-Concedemos ao Potentíssimo e Venerável Ir. Isaías Iaquim Dutra 3.·.33.·. ,Publicar onde considerar apropriado para o crescimento da “Nossa” Ordem Maçônica

Isaias Dutra
Jornalista Isaias Dutra e editor Chefe do Gazzeta Paulista
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