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Justiça de SP nega medida protetiva a PMs acusados de matar estudante de medicina

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Marco Aurelio Cardenas Acosta, 22, era estudante de medicina - Arquivo Pessoal

A Justiça de São Paulo rejeitou, nesta quinta-feira (7), o pedido de medida protetiva apresentado pelos policiais militares Guilherme Augusto Macedo e Bruno Carvalho do Prado contra os médicos Julio Cesar Acosta Navarro e Silvia Mónica Cárdenas, pais de Marco Aurélio Cardenas Acosta, 22 anos, morto em novembro de 2024.

Os dois agentes são réus pelo homicídio do estudante e respondem ao processo em liberdade. A defesa dos PMs alegava que, durante audiência em julho, o pai da vítima teria proferido ofensas e tentado agredir um dos acusados.

Na decisão, a magistrada entendeu que não havia base legal para a concessão da medida e orientou que a defesa buscasse outros meios jurídicos.

A família de Marco Aurélio comemorou a decisão e classificou o pedido dos policiais como “tentativa de intimidação”, reafirmando que seguirá lutando por justiça.

O caso
Marco Aurélio foi morto dentro de um hotel na Zona Sul de São Paulo, em circunstâncias que contrariam a versão apresentada pelos policiais. Imagens mostram o jovem desarmado no momento da ação. O crime gerou grande repercussão e mobilizou entidades de direitos humanos.

A luta por justiça continua.

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