Eu voto no Lula porque ele é, sem exagero, o maior ícone da política mundial hoje. Não é sobre esquerda ou direita. É sobre currículo e entregas concretas para o povo brasileiro.
Esse é o presidente que salvou o Brasil da fome por duas vezes. Tirou mais de 30 milhões de brasileiros da extrema miséria quando muitos diziam que era uma meta impossível. Enquanto alguns discursos vendem fumaça, a gestão pública entregou o prato cheio na mesa das famílias mais necessitadas.
Trata-se do chefe de Estado que teve a ousadia de quitar a dívida externa brasileira em seu segundo mandato e, em um feito histórico, emprestou dinheiro ao Fundo Monetário Internacional (FMI). O Brasil, que historicamente figurava como devedor e recebia imposições externas, tornou-se credor internacional, constituindo uma reserva cambial expressiva de cerca de 400 bilhões de dólares que até hoje garante a estabilidade das contas externas do país.
Interiorização da Educação e Fortalecimento do Estado Social
Além do equilíbrio macroeconômico, o projeto político liderado por Lula interiorizou o futuro e a oportunidade de transformação social. A expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica levou os Institutos Federais a centenas de municípios do interior do Brasil. Onde antes não havia perspectiva, hoje existem campi estruturados, laboratórios modernos e diplomas de ensino superior e técnico.
O retorno e a consolidação de programas estruturantes — como o Farmácia Popular, o Minha Casa, Minha Vida e as políticas de transferência de renda — demonstram que assistência social não é esmola, mas sim projeto de país. Um projeto soberano, humano e focado em incluir a população de menor renda no orçamento público.
Os Desafios e o Cenário para o Segundo Turno
A relevância desse debate no cenário eleitoral atual reside no contraste entre duas propostas de sociedade. De um lado, apresenta-se a continuidade de um projeto de reconstrução institucional e fortalecimento da cidadania. Do outro, contrapõe-se uma plataforma pautada no desmonte e na retaliação política.
A vitória da oposição representaria um risco real às instituições republicanas — incluindo o Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso Nacional, a imprensa livre e as universidades públicas. O compromisso com a democracia exige a rejeição de modelos baseados no autoritarismo, na violência política e no enfraquecimento das garantias constitucionais.
Diante do pleito decisivo, a escolha do eleitor define entre o resgate da dignidade social e a preservação do Estado Democrático de Direito ou o retrocesso institucional. O Brasil necessita de estabilidade, investimento público e justiça social.
Fico com a esperança, com a defesa dos direitos fundamentais e com a consciência de que o país não precisa de radicalismo ou privilégios, mas sim de um projeto consistente de nação.
Resumo dos Pontos do Artigo
- Autor: Maurício Canto (Advogado e Militante de Direitos Humanos).
- Tema Principal: Defesa do legado socioeconômico de Luiz Inácio Lula da Silva e análise comparativa das propostas no segundo turno das Eleições de 2026.
- Destaques: Combate à fome, quitação da dívida externa, expansão dos Institutos Federais e fortalecimento das instituições democráticas.
Informações sobre o Processo Eleitoral
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“Por Que Eu Ainda Voto no Lula – e com Orgulho!”: Maurício Canto Assina Artigo de Opinião
Por Maurício Canto (Advogado e Militante de Direitos Humanos)
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