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Rodrigo Spada lançaou candidatura a deputado federal pelo PSD com 900 pessoas

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Rodrigo Spada lança campanha a deputado federal com apoio de Kassab

Rodrigo Spada lança candidatura a deputado federal pelo PSD com forte mobilização e apoio de lideranças políticas estaduais e nacionais. O evento de lançamento oficial da pré-campanha rumo à Câmara dos Deputados ocorreu na Zona Oeste da capital paulista e reuniu cerca de 900 pessoas, entre prefeitos do interior, vereadores, deputados estaduais, além de militantes e representantes de entidades civis de diversas regiões do estado de São Paulo.

O ato político funcionou como uma grande convenção de mobilização partidária para as eleições de 2026. A cerimônia contou com a presença marcante do presidente nacional do PSD e ex.secretário de Governo do Estado de São Paulo, Gilberto Kassab, que formalizou seu respaldo público ao projeto eleitoral do pré-candidato.

Mobilização regional e apoio de Gilberto Kassab

A chegada de caravanas vindas do interior paulista e da Região Metropolitana reforçou a dimensão da articulação política em torno do nome do partido. Durante a cerimônia, Rodrigo Spada destacou que sua atuação eleitoral tem origem no diálogo direto com a gestão pública municipal e na busca por ampliação da representatividade paulista no Congresso Nacional.

A participação de Gilberto Kassab marcou um dos momentos centrais da atividade partidária. Ao discursar para a plenária, o dirigente ressaltou o perfil técnico e a capacidade de articulação de Spada, pontuando a relevância da candidatura para a expansão da bancada do PSD em Brasília.

Rodrigo Spada representa uma nova geração de líderes preparados para construir soluções e dialogar com todas as forças democráticas. São Paulo precisa de deputados comprometidos com resultados, e Rodrigo tem todas as condições de cumprir esse papel.”

Diretrizes e prioridades para a atuação parlamentar

Ao apresentar os eixos centrais de sua plataforma política, o candidato detalhou propostas voltadas para o fortalecimento da autonomia dos municípios e para o desenvolvimento regional:

  • Fortalecimento do pacto federativo: Ampliação da autonomia financeira das administrações municipais.
  • Saúde pública: Alocação de recursos federais para o custeio e expansão de hospitais regionais.
  • Desenvolvimento econômico: Incentivo ao empreendedorismo local e geração de empregos.
  • Infraestrutura e mobilidade: Investimentos em modernização urbana e vias de transporte.
  • Educação profissionalizante: Apoio ao ensino técnico ligado às demandas do mercado produtivo.
  • Segurança pública: Destinação de verbas federais para aparelhar e integrar as forças de segurança estaduais e municipais.

Defesa da democracia e o cenário político nacional

Além de chancelar o lançamento da candidatura, o encontro serviu para que as lideranças do PSD projetassem o posicionamento da legenda no cenário político nacional. O fortalecimento das instituições democráticas, o equilíbrio institucional e a estabilidade econômica foram apontados como eixos fundamentais para os próximos pleitos.

Nesse contexto, Gilberto Kassab manifestou apoio ao nome do ex-governador e atual Canditado a Presidencia da Republica Ronaldo Caiado como uma das lideranças capazes de liderar processos de convergência e desenvolvimento no país. A declaração reforçou o alinhamento de diretrizes entre os quadros do partido reunidos na capital.

Fortalecimento do municipalismo paulista

Prefeitos e vereadores presentes ao evento enfatizaram a necessidade de representantes que facilitem a interlocução entre os governos locais e as instâncias federais. A avaliação apresentada por gestores do interior é de que a atuação parlamentar direcionada às demandas regionais permite a atração contínua de emendas e programas orçamentários.

para o Portal Gazzeta Paulista com a consolidação do ato na Zona Oeste, a agenda do candidato prevê uma série de encontros regionais, visitas a municípios do interior e reuniões setoriais para o detalhamento de propostas de gestão pública e desenvolvimento econômico.

Conheça o PSD: O Partido Social Democrático (PSD) é um partido político brasileiro de centro fundado e registrado oficialmente em 2011.[1][4] Em janeiro de 2026, o partido possuía 465.158 filiados, sendo São PauloSanta Catarina e Bahia os estados com mais membros.[21] Apesar de ser, em número de filiados, o décimo sexto maior partido brasileiro,[13] o PSD é o partido com mais senadores,[16] o quarto com mais deputados federais,[18] o com mais prefeitos[14] e o terceiro com mais vereadores.[19]

O partido se declara de centro[22][23] mas comumente se une a partidos de esquerda e de direita. Dessa forma, o partido conseguiu ter membros ocupando cargos em ministérios e importantes secretarias dos governos dos presidentes Dilma RousseffMichel TemerJair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. No Congresso, em 2025 tem se alinhado às pautas de centro-direita à extrema-direita, com apoio a PEC da Anistia (52,3%) e PEC da Blindagem (54%).[24][25] Por esses motivos, é comumente considerado um “partido pega-tudo[26] e parte do “Centrão“.[27]

História

 Nota: Este artigo é sobre uma dissidência partidária. Para a história dos principais quadros do PSD antes de 2011, veja Democratas (Brasil).

Fundação

O Partido Social Democrático é produto direto do fortalecimento político do ex-prefeito de São PauloGilberto Kassab, dentro da sua antiga sigla, o Democratas (originalmente, Partido da Frente Liberal). Eleito vice-prefeito na chapa de José Serra (PSDB-SP) nas Eleições Municipais de 2004, Kassab se tornou um grande quadro do PFL ao controlar a Prefeitura de São Paulo, seguindo a renúncia de Serra para concorrer às Eleições Estaduais de São Paulo em 2006.[29] Na Eleição Municipal de 2008, o Democratas lança Kassab como candidato à Prefeitura em uma aliança com o PMDB — que indicou a vice-prefeita, Alda Marco Antônio.[30]

PSDB ficou divido em relação a Kassab, pois elementos próximos a José Serra favoreciam o demista, enquanto outros políticos importantes entendiam que os tucanos deveriam lançar um candidato próprio. Não obstante, Kassab conseguiu se eleger com o apoio do seu agrupamento e ultrapassou o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), disputando o segundo turno com Marta Suplicy (PT-SP).[29][31][32]

A ruptura entre Kassab e as lideranças do DEM começa após as Eleições de 2010. Até então, o DEM vinha adotando uma postura de oposição sistemática ao Partido dos Trabalhadores e, assim, integrou o “Bloco Democrático-Reformista” com o PSDB e o PPS — uma coligação encabeçada por José Serra (PSDB-SP) na qual o DEM indicou o candidato à vice-Presidência, Indio da Costa (RJ). Acontece que, após a vitória de Dilma Rousseff (PT-RS) e a subsequente manutenção do partido na oposição, Kassab começa a advogar pelo relaxamento das posturas ideológicas do DEM.[29][30][32]

O Prefeito de São Paulo, que já vinha se aproximando do PMDB e objetivava uma candidatura ao Governo de São Paulo em 2014, começa a articular um terceiro agrupamento político no seu estado alheio à histórica aliança entre PSDB e DEM. Assim, organiza-se um grupo de kassabistas que almejava mais controle sobre o partido e deflagra um conflito com a liderança nacional do DEM, à época presidido por Rodrigo Maia (RJ).

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