quinta-feira, 30 maio, 2024
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Waldez Góes: desenvolvimento na Amazônia tem de priorizar vulneráveis

Ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional detalha ações do Governo Federal para inovar no suporte a desastres naturais, em ações de segurança hídrica e consolidação de uma economia sustentável em conversa com radialistas.

Desenvolvimento da região amazônica, estratégias de combate a desastres naturais e projetos de segurança hídrica foram alguns dos temas enfatizados pelo ministro Waldez Góes (Integração e Desenvolvimento Regional) no programa “Bom dia, Ministro” desta quinta-feira, 18 de abril. Durante uma hora de conversa com radialistas de todo o país, o ministro comentou sobre as principais ações da pasta.

Não basta ter política. Ela tem que chegar às pessoas. Não basta só microcrédito. O microcrédito está chegando nas pessoas que mais precisam? Então, é preciso esse olhar, seja no microcrédito ou no financiamento das cadeias produtivas locais, que são todas as áreas do pequeno agricultor, do pequeno pescador e do pequeno extrativista.
Waldez Góes, ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional

Um dos assuntos foi o “Desenvolve Amazônia”, programa que busca o desenvolvimento econômico e social na região amazônica e integra políticas públicas. A ação é abrangente e leva em conta não apenas aspectos econômicos, mas sociais e ambientais. O ministro destaca que o presidente Lula tem defendido o combate às mudanças climáticas e a redução das desigualdades, tanto entre as regiões quanto dentro delas. “Fizemos a sistematização de todas as políticas voltadas à Amazônia. Com isso, a gente consegue alcançar a dimensão daquilo que o Governo Federal, nas mais diferentes áreas, tem planejado. O Novo PAC tem R$ 1,7 trilhão, dos quais R$ 448 bilhões estão na Amazônia”.

De acordo com o ministro, o investimento deve ser planejado de forma a promover o desenvolvimento sustentável e inclusivo, garantindo que as políticas cheguem às pessoas mais necessitadas. “Não basta ter política. Ela tem que chegar às pessoas. Não basta só microcrédito. O microcrédito está chegando nas pessoas que mais precisam? Então, é preciso esse olhar, seja no microcrédito ou no financiamento das cadeias produtivas locais, que são todas as áreas do pequeno agricultor, do pequeno pescador e do pequeno extrativista. É esse olhar que a gente está tendo a desenvolver na Amazônia”.

No enfrentamento a desastres naturais, o ministro destacou as estratégias previstas no Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil, que vai estabelecer orientações e estratégias de atuação da Defesa Civil em cinco frentes: prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação.

Waldez destacou que, em 2023, mais de 2 mil municípios decretaram emergência, o que mostra a crescente incidência de eventos extremos em todo o país e a necessidade de uma coordenação eficaz entre as esferas federal, estadual e municipal.

“Isso exige sinergia, comunicação e interatividade.

O plano vai organizar melhor o sistema para responder às pessoas que sofrem por problema de falta ou de excesso de água e desastre com os eventos”, disse o ministro.

A implementação do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil inclui, conforme o ministro, a introdução de um sistema moderno de alerta por meio de celular, para auxiliar na prevenção de perdas de vidas e na proteção da população.

“É um sistema de mensagem que vai direto no seu celular independentemente do que você está acessando no momento.

E isso, lógico, requer muito treinamento, capacitação, organização das Defesas Civis, plano de contingência, área de evacuação, para evitar perder vidas”. 

Matéria envida pela assessoria de Comunicação do Ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional

Isaias Dutra
Jornalista Isaias Dutra e editor Chefe do Gazzeta Paulista
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